Ao longo das últimas décadas, a comida japonesa passou de praticamente desconhecida a uma das mais populares aqui em terras brasileiras. Separamos 10 fatos e curiosidades desta gastronomia milenar que tanto gostamos.

1. Sushi não é uma comida do dia-a-dia no Japão

A comida japonesa vai muito além do sushi. Além disso, os restaurantes do Japão especializados em sushi são lugares mais formais e geralmente reservados para ocasiões especiais.

2. Peixe fresco nem sempre é o melhor

Embora o frescor seja necessário para alguns ingredientes, outros precisam de tempo para desenvolver o melhor sabor. O atum, por exemplo, melhora dias após sair do mar – quando conservado da forma correta.

3. No sushi, o shari (arroz japonês) é tão importante quanto o peixe

O arroz não deve ser apenas uma cama para o peixe. Um bom chef prepara meticulosamente seu shari.

4. Sushi se come com a mão

A ideia é sentir a temperatura do arroz, por isso as melhores experiências com sushi são no balcão, onde eles são servidos um a um.

5. Se for comer o sushi com hashi, somente o peixe deve ser molhado no shoyu

A maneira correta é tombar o sushi de lado e depois pegar com o hashi. E ai sim molhar no shoyu. O arroz suga muito líquido e compromete o sabor do sushi.

comida japonesa
Comida japonesa

6. Arroz de sushi deve ser morno

Um bom shari deve ser servido próximo a temperatura do corpo humano.

7. Sushi deve ser comido em uma única mordida

Se não couber na boca, o sushiman usou muito peixe ou muito arroz.

8. O wasabi servido no Brasil não é wasabi

Wasabi é uma planta muito difícil de ser cultivada. O que consumimos no Brasil é na verdade uma mistura de raiz-forte com corante verde.

9. Sake se toma com sashimi, mas não com sushi

Tanto o sake quanto o sushi tem arroz como componente principal, e portanto, não se complementam.

10. Sushi ou sashimi de salmão são invenções norueguesas

Salmão cru só passou a ser consumido na década de 90. Antes disso o salmão disponível era o do oceano pacífico e carregava muitos parasitas. Só depois que os noruegueses passaram a criar salmão em cativeiro que ele foi, aos poucos, sendo aceito como peixe cru.

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