A história do champagne tem capítulos de destaque para a atuação de grandes mulheres que assumiram as maisons ao ficarem viúvas e, de forma incrivelmente empreendedora para as épocas em que viveram, criaram verdadeiros impérios.

Barbe-Nicole Clicquot
Barbe-Nicole Clicquot

Barbe-Nicole Clicquot (1777-1866) deve ser a viúva mais famosa do mundo do vinho. Ficou viúva aos 27 anos e, além de conhecida pelo famoso Veuve Clicquot, é reconhecida por inovações admiráveis, como o primeiro champanhe vintage (elaborado com uvas de uma única safra) e o primeiro champanhe rosé.

Veuve Clicquot
Veuve Clicquot

E madame Clicquot tinha ainda uma ampla visão comercial. O rótulo laranja do seu champagne é uma homenagem ao czar da Rússia que, durante as guerras Napoleônicas, direcionou grande parte das vendas para este país.

Louise Pommery
Louise Pommery

Outro destaque fica para Louise Pommery (1819-1890) que assumiu a vinícola em 1860. Foi pioneira na criação de uma bebida menos doce e mais parecida com os espumantes atuais. Em 1874, elaborou o seu primeiro champanhe brut.

Pommery
Pommery

Ela também ampliou as caves subterrâneas que eu tive o prazer de visitar em 2015. São 18 km de caves construídas a cerca de 30 metros abaixo da terra e que apresentam diversas obras de arte pelo caminho.

Lily Bollinger
Lily Bollinger

Por último, menciono Lily Bollinger (1899-1977) que assumiu em 1941 e viveu com bravura o desafio da gestão durante a Segunda Guerra Mundial. São muito conhecidas suas imagens andando de bicicleta pelos vinhedos para acompanhar de perto a qualidade das videiras.

São histórias inspiradoras, não?

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